Eventos e a era digital
Eventos e a era digital

Os eventos continuam sendo excelentes meios de conexão entre empresas e clientes. Em plena era digital eles continuam aproximando pessoas, afinal, hoje em dia, um evento, por exemplo, pode ser divulgado via bluetooth, confirmado via torpedo, comentado num blog, acompanhado pelo Twitter, e se tornar um badaladíssimo evento no facebook.

As possibilidades de divulgação foram ampliadas pela rede tecnológica, e o nome disso é oportunidade de impacto: oportunidade para mais eventos, para novos nichos, modismos e infinitas possibilidades.

Tanto expositores, quanto promotoras de eventos devem estar antenados às tecnologias para perceberem todas essas oportunidades não somente como novidade, mas com toda funcionalidade que oferecem, pois elas democratizam ações de eventos e proporcionam outras maneiras e formatos de contatos.

De acordo com censo realizado pelo IBGE, no ano de 2010, nosso país que contabiliza, aproximadamente, 70 milhões de internautas. Isso significa que cada vez mais as tecnologias aproximam as pessoas, negócios e produtos.

Dentre as ferramentas disponíveis, podemos destacar algumas que seriam muito interessantes para complementar os meios de comunicação entre empresas e potenciais clientes durante um evento:

• Chats entre palestrante e plateia distante;

• Perguntas enviadas via SMS para a mesa diretora de uma conferência;

• Aparelhos para captura de informações, como palms, iPhones, iPads, e outros smartphones;

• Votação eletrônica para pesquisa de satisfação on time;

• Bonecos virtuais interativos;

• Hostess virtual;

• Simuladores e games;

• Anais na forma de pen drive para serem utilizados durante o evento e inserção de comentários (ou leve o CD);

• Credenciamento eletrônico e convites com código de barra;

• Catracas com digitais;

• Cenografia com holografia e realidade aumentada;

• Feiras virtuais;

• DJ-MP3;

• Tweets com fotos;

• Vídeo mapping, entre outros.

Na era digital, além de todas essas ferramentas, temos o homem fruto deste momento, que deve anexar as tecnologias ao cotidiano de sua empresa, pois o formato dos eventos mudou e temos que nos adequar a essas mudanças, pois vivemos num mundo cada vez mais imediatista, onde as pessoas têm menos tempo e as formalidades devem respeitar uma globalização de costumes.

A interatividade é cada vez maior e isso tudo impacta, seja na forma de convidar; na maneira de servir; na relevância das informações; no questionamento da qualidade, no tempo de exposição.

Porém, o mais importante é que a tecnologia não substitui o contato humano, mesmo que ele se inicie de forma virtual, como diz Peruzzolo (2009) “o social tem que ser vivido no humano, não no tecnológico”.